Tenho defecado
As minhas tristezas
No vaso da
Minha sensatez
Engolido ácidos
De indignação
Sustentado por tripas
E um estômago
Dilacerado
Tenho amado os homens
E traído pelos mesmos
Na paupérrima incerteza
Que deverás ter!
E mesmo no limite humano
Tenho o ventre rasgado
As vísceras expostas
Por estes abutres!
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